Quatro aprendizados novos

 1.     Jesus fala da destruição de Jerusalém. Enquanto os discípulos estavam preocupados com a beleza da cidade, Jesus olhava mais além. Já avisava da derrubada das pedras pelas quais discípulos estavam admirados;

2.     Não devemos nos preocupar com tempos, estações, pois todas as coisas acontecerão na plenitude dos tempos, mas devemos vigiar, pois não sabemos quando as coisas acontecerão, principalmente as relacionadas ao tempo do fim;

3.     Devemos gastar tempo e nossos bens de forma inteligente. A mulher pecadora derramou um vaso de alabastro nos pés de Jesus. Ele disse que ela havia praticado boa ação, pois nem sempre ela o teria por perto;

4.     Devemos reconhecer nossa humanidade e aceitar nossas limitações. Pedro achava que poderia garantir que não negaria a Jesus. Não entendeu que podia errar por medo. Por isso chorou amargamente após o galo cantar.


Cinco (5) palavras novas. Localize-as no dicionário e transcreva-as, aqui, os seus significados:

 
l. desolação:  tristeza

 2. eirado: terraço por cima das casas ou torres 

 3. parábola: Narração alegórica na qual o conjunto de elementos evoca, por comparação, outras realidades de ordem superior:

 4.  Gólgota: lugar da caveira

5. ressurreição: Ato ou efeito de ressurgir ou ressuscitar; ressurgência.  Rel.  Festa católica comemorativa da ressurreição de Cristo, ao terceiro dia após a morte.   Cura surpreendente e imprevista. Vida nova; renovação, restabelecimento.           Quadro que representa a ressurreição de Cristo.   Na doutrina cristã, o surgir para uma nova e definitiva vida, distinta e, em certa medida, oposta à existência terrestre, e que, a partir da ressurreição de Cristo, aguarda todos os fiéis cristãos.

 Ato ou efeito de ressurgir ou ressuscitar; ressurgência.

 
6.Sinédrio:  Entre os antigos judeus, tribunal, em Jerusalém, formado por sacerdotes, anciãos e escribas, o qual julgava as questões criminais ou administrativas referentes a uma tribo ou a uma cidade, os crimes políticos importantes, etc.

7. Pretório: Na Roma antiga, tenda do general em campanha.  Tribunal na Roma antiga, tribunal do pretor. Modernamente, qualquer tribunal.

Abaixo, resumo conforme solicitado na folha vi da apostila Estudo de Marcos, do professor Waldir Pires. (Capítulo 13 a 16)

 No décimo terceiro capítulo, Jesus fala da destruição do templo. Os discípulos se admiram das pedras, da construção, mas Jesus diz que não ficaria pedra sobre pedra. Fala, em seguida, sobre o princípio das dores, alertando que muitos virão em seu nome. Pediu cautela e mandou que vigiasse. Disse ainda que muitos seriam entregues em tribunais e em outros lugares por causa do nome dele, mas o Espírito de Deus os capacitaria no que teriam de falar. Jesus alerto sobre a grande tribulação e que naquela época surgiria falsos mesteres e falsos cristos. Pediu que eles ficassem de sobreaviso.  Falou também sobre a parábola da figueira, que assim como quando os ramos se renovam e as folhas brotam estaria próximo o verão, que quando ocorressem guerras, terremotos, e outros, estaria próxima a sua segunda vinda. No décimo quarto capítulo, Marcos relata que os escribas e os principais sacerdotes tentavam prender Jesus à traição para o matar. Relata também a unção de Jesus em Betânia por uma mulher que lavava seus pés com um preciosíssimo perfume de nardo puro. Os que ali estavam murmuravam, mas Jesus os repreendeu, ensinando-lhes que ela o estava ungindo para a sepultura. Marcos relata como Judas o traiu, indo ter com os principais sacerdotes. E então procurava oportunidade para o trair.  Jesus come a páscoa com os discípulos. Esta era a última páscoa que ele comia, pois seria entregue aos homens para ser morto. Jesus sinaliza que aquele que comia com ele no prato seria o traidor. Os discípulos ficam muito tristes. Jesus participa da ceia e ensina aos discípulos que aquele ato simbolizava o corpo e o sangue dele que seria derramado em favor de muitos. Pedro é avisado por Jesus que ele o negaria. Mas Pedro se escandaliza e diz que jamais faria tal coisa.  Jesus é levado ao Getsêmani e confessa que a alma dele estava amargurada até à morte e pede aos discípulos que vigiassem, pois iria orar mais adiante. Pela terceira vez, encontrou os discípulos dormindo e os acordou, exortando-os a permanecerem vigilantes. Jesus é preso, após o beijo do traidor. Jesus foi levado ao sumo sacerdote, aos escribas e aos principais sacerdotes, os quais procuravam algum testemunho para condená-lo a morte. Muitos testificavam falsamente. A pergunta principal foi: És tu o Cristo, o Filho do Deus Bendito? Jesus então respondeu: Eu sou, e vereis o Filho do Homem assentado à direita do Todo-Poderoso e vindo com as nuvens do céu. O sumo sacerdote confirmou a blasfêmia e todos os julgaram réu de morte. Pedro nega a Jesus e chora amargamente após o cantar do galo. No décimo quinto capítulo, Jesus entra no sinédrio levado em conselho para ser interrogado por Pilatos. A pergunta foi: És tu o Rei dos Judeus? Jesus responde: Tu o dizes. Fizeram muitas acusações, porém Jesus ficou calado, a ponto de Pilatos se admirar. Pilatos pergunta a multidão se queriam que soltassem a Jesus ou a Barrabás. A multidão escolhe a Barrabás e Jesus é condenado a morte de cruz. Jesus é entregue aos soldados, onde sofre muito até ser levado para fora, para a crucificação. Obrigaram Simão Cirineu a carregar a cruz para Jesus. No gólgota, lugar da caveira, crucificaram e repartiram entre si as vestes de Jesus. A acusação de Jesus era a que estava gravada: O Rei dos Judeus.  Muitos passavam e zombavam de Jesus, principalmente com o que ele pregava, sobre destruir templo e o erguer em três dias. Jesus morre na hora sexta. O véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo. Jesus é sepultado, tendo Maria Madalena e Maria, mãe de José observado onde foi o sepulcro. No décimo sexto capítulo, Marcos relata a ressurreição de Jesus. Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago e Salomé compraram aroma para o embalsamento de Jesus e foram até o túmulo, mas, chegando lá, a pedra estava removida. Entrando no túmulo, viram um jovem assentado ao lado direito, vestido de branco, o qual lhes falou para não temerem porque Jesus já havia ressuscitado. Deu-lhes ordens para dizerem aos discípulos para irem à Galiléia porque ali Jesus iria vê-los. No primeiro dia da semana, Jesus aparece a Maria Madalena. Ela sai e avisa aos companheiros de Jesus, porém eles não acreditaram. Jesus aparece a dois de seus discípulos, os quais também falaram aos demais, porém eles não acreditaram. Finalmente Jesus aparece aos onze apóstolos e dá a ordem para irem a todo mundo e pregarem o evangelho, batizando-os e ensinando-os que os sinais seguiriam aos que crerem. Marcos encerra o livro narrando a ascensão de Jesus

 Auxilandia Pementa