O Espírito do Senhor Jeová está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas aos mansos, enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos e a abertura de prisão aos presos; a apregoar o ano aceitável do Senhor. (Is. 61)

 

            Expectativa de um tempo melhor permeia o pensamento humano quando se aproxima a virada de um ano. Projetos são desenhados com detalhes. Entretanto, o balanço final revela que nem sempre os planos saem do papel, ou do pensamento.

            O profeta Isaías recebeu a incumbência divina de anunciar aos israelitas a chegada de um novo tempo. Ele usou palavras poéticas que apontavam  significado de esperança, amor, restauração e liberdade num contexto de total aceitação por Deus.

 Chegaria o ano aceitável do Senhor. Aflições e adversidades do passado deveriam ser lançadas no mar do esquecimento. Promessas se concretizariam. Planos seriam executados num ambiente de total segurança.

E edificarão os lugares antigamente assolados, e restaurarão os de antes destruídos, e renovarão as cidades assoladas, destruídas. (Is.61:4)

 

            Israel havia experimentado a invasão de estrangeiros e chegara o momento de desfrutar a maravilhosa graça de Deus. As obras do amor divino estavam prestes a ser executadas. Mas transformações teriam que acontecer no interior. O coração do homem se tornaria a sede das edificações, das renovações e das construções.

            O Senhor me ungiu para ordenar acerca dos tristes de Sião que se lhes dê ornamento por cinza, óleo de gozo por tristeza, veste de louvor por espírito angustiado, a fim de que se chamem árvores de justiça, plantação do Senhor. (Is. 61.3)

            Ano novo em vista. Quem não deseja colher bons frutos no ano que se inicia? Sentar e meditar no que fazer só é possível quando se cultiva a esperança, a alegria. No ano aceitável do Senhor as vestes festivas tomam o lugar da tristeza.

De que forma se apregoa o ano aceitável do Senhor?

            Na plenitude dos tempos um menino nos nasceu. Antes de se tornar o Filho do Homem, a eternidade já era um de seus atributos. E veio ao mundo que criou para ser o Pai da eternidade. Para ele, a linha transitória do tempo cronológico torna-se apenas objeto de sua soberania. Ele é o Senhor do tempo. E como tal, proporciona ao homem momentos de alegria extraídos do trono da graça.

                        Jesus foi sacerdote da linhagem de Melquisedeque, que serviu ao Deus altíssimo. Usou o tempo em que se fez menor que os anjos para proclamar o ano aceitável do Pai.  Anunciou boas novas de salvação, curou, alimentou faminto, socorreu aflito e se doou em morte de cruz.      Tudo fez por amor quando em conselhos eternos decidiu livrar a humanidade da segunda morte.

Mas vós sereis chamados sacerdotes do Senhor, e vos chamarão ministros de nosso Deus; comereis das riquezas das nações e na sua glória vos gloriareis. (Is. 61.6)

                        O ano aceitável do Senhor é apregoado quando a humanidade assume o sacerdócio divino. Interceder pelas nações para que riquezas espirituais seja o tesouro de cada coração é se tornar ministro de Deus.            Nação rica da glória do Senhor garante paz e harmonia. Tais virtudes garantem  prêmio Nobel  para todas gerações.

E a sua posteridade será conhecida entre as nações, e os seus descendentes, no meio dos povos; todos quantos os virem os conhecerão como semente bendita do Senhor. (Is. 61:10)

Este é o dia que fez o SENHOR; regozijemo-nos, e alegremo-nos nele.

(Sl 118:24)

Por Auxilandia, pastora em cristo, serva de Deus.

28 - 12 - 2011     

 
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