E eles serão meus, diz o Senhor dos Exércitos, naquele dia que farei serão para mim particular tesouro; poupá-lo-ei como um homem poupa a seu filho que o serve. (Ml 3:16)

 

            No histórico de vida dos israelitas, no tempo em que Malaquias foi chamado como profeta, o relacionamento de aliança formado por Deus  revelou o amor divino nas questões práticas do dia a dia.

            Mas um requisito foi exigido: servir a Deus, como filho que ouve o pai e o obedece. Como servo que se inclina a seu senhor e o auxilia.

            Ele te declarou, ó homem, o que é que bom; e que é o que o Senhor pede de ti, senão que pratiques a justiça, e ames a benevolência, e andes humildemente com teu Deus? (Ma 6:8).

            Era isso. Exatamente isso que Deus exigia como fidelidade na aliança em que os colocou como objetos especiais de seu amor. Mas nem todos foram fiéis. Aliás, apenas um remanescente não quebrou o pacto. Permaneceu simplesmente crendo na salvação, no livramento, na recompensa que vem do alto.

Eu,  porém, esperarei no Senhor; esperarei no Deus da minha salvação; o meu Deus me ouvirá. (Mq 7:7)

            Esse pensamento pontuava o coração dos escolhidos como particular tesouro de Deus. E por que foram escolhidos como uma joia? Porque temiam ao Senhor. Esperavam nele e somente nele depositavam confiança.

            Vale esperar no Senhor. Confiar na sua justiça. Entender que a justificação é válida quando é declarada por Deus e não por homens. Importa o reconhecimento da Santíssima Trindade. Conta o que chega ao coração vindo do Trono da Graça.

            Mas na prática, muitas são as pedras no caminho. Espinhos não faltam para abrir feridas. Ataques e destruições invadem a vida como uma enchente desgovernada. Sugestões malignas chegam como uma saída eficaz. Vingança, desespero, vontade de voltar atrás. Entretanto, o Deus da aliança não permite que filhos amados se percam no caminho apontado por hostes da maldade. Há um resgate com cordas de amor.

            Intercessores são convocados dos quatro cantos da terra. Conselheiros são enviados para proferirem palavras de bênçãos, de esperança. Então, a alegria começa a brotar como uma nascente numa terra seca.

            Ó inimiga minha, não te alegres a meu respeito; ainda que eu tenha caído, levantar-me-ei; se morar nas trevas, o Senhor será a minha luz. (Mq 7.8)

            É assim que funciona o reino espiritual. A luz é gerada pela fé em meio ao caos. Pela esperança diante das adversidades.

            Mesmo com falhas, características inerentes ao ser humano, o direito e a justiça brilham como um presente das mãos do excelso juiz quando o pedido de perdão permeia o coração.

            Sofrerei a ira do Senhor porque pequei contra ele, até que julgue a minha causa e execute o meu direito; ele me trará à luz, e eu verei a sua justiça.  E a minha inimiga verá isso e cobri-la-á a confusão, e ela que me diz: Onde está o Senhor, teu Deus? (Mq 7:10)

            O profeta sabe que falhas e pecados atrai  a ira divina. Mas sabe, da mesma forma, que o arrependimento faz brotar a luz.

            Jesus é justiça do que toma posse de seu sangue remidor.

            O amor divino é o único que proporciona eterna recompensa pelo penoso trabalho na obra de Deus.

            Por Auxilandia, pastora em Cristo.

15 - 08 - 2012     

 
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