O Homem benigno faz bem a sua própria alma.
(Pv 11.17)

 

            Espiritualidade que promove resultados benéficos revela uma alma alegre. Benignidade, como fruto do Espírito Santo, promove o bem necessário à realização de projetos porque beneficia a alma.

            Um ser que busca desenvolver espiritualidade no padrão de Jesus busca melhoria nos relacionamentos e na convivência com toda criação. E deve ter como principal meta de vida terrena o desafio de praticar o bem.

            É preciso refazer experiências espirituais em busca do equilíbrio das emoções.

TUDO O QUE QUEREIS QUE OS HOMENS VOS FAÇAM, FAZEI-O VÓS TAMBÉM... (Mateus 7:12)

            Quando se observa a trajetória da humanidade repleta de falhas na questão do relacionamento, uma pergunta surge: a perfeição deve ser exigida do próximo? Não. A condição de humanidade traz em si uma caminhada terrena com acertos e, também, erros.

            Jesus Cristo ensinou aos discípulos que toda lei espiritual ou secular se resume no mandamento da bondade recíproca – amar ao próximo como a si mesmo e a Deus sobre todas as coisas. A alma de cada ser agradece a disciplina de agir dessa forma.

Exigir perfeição do outro gera culpa em si mesmo. Há momentos em que doenças físicas ou emocionais retiram o equilíbrio. Situações assim requerem compreensão que vão além das cobranças. Apontar o dedo e expor fraquezas cria um ambiente hostil.

Mas, sobretudo, tende ardente amor uns para com os outros, porque o amor cobrirá multidão de pecados. (I Pd 4:8)

            Deus é sobrenaturalmente justo e bom, infinito em perfeição.

Visto  como o seu divino poder nos deu tudo o que diz respeito a vida e a piedade, pelo conhecimento daquele que nos chamou por sua glória e virtude, pelas quais ele nos tem dado grandíssimas  e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que,pela concupiscência, há no mundo, e vós também, pondo nisso mesmo toda diligência, acrescentai à vossa fé a virtude, e à virtude, a ciência, e à ciência, a temperança, e à temperança,a paciência, e à paciência a piedade, e à piedade a fraternidade, e à fraternidade, o amor. ( II Pe 1:3-7).

 

            Pedro já havia caminhado muito na estrada da caridade quando escreveu esta carta. Afirmou que é cego aquele em quem não há essas coisas. Concluiu que a ociosidade diminui e o pleno conhecimento de Jesus Cristo resplandece como luz que é colocada no ponto mais alto de uma cidade.

            Em seus ensinamentos, Jesus pede que o homem seja perfeito como perfeito é o Pai Celeste. Mas a perfeição indicada pelo Mestre não é aquela no grau máximo de todas as virtudes possíveis de se imaginar. É aquela inerente à condição humana, que a cada dia é melhorada com o esforço de compreender as próprias falhas, bem como a do próximo.

Temos confirmada a Palavra Profética, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia esclareça, e a estrela da alva nasça nos corações. (II Pe 1:19)

            A Palavra do Deus criador gera vida, alegria e transporta o ser das trevas para a maravilhosa luz. Entretanto, a lei divina não é compreendida numa única etapa do processo vital. É preciso uma longa caminhada e constante disciplina em busca da perfeição cobrada por Deus. O comando é confirmar os ensinamentos divinos nos corações, até que um dia a estrela da alva dissipe a escuridão que impede o conhecimento pleno.

            Por Auxilandia, pastora em Cristo, serva de Deus.

05 - 09 - 2012     

 
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