Todos os vossos atos sejam feitos com amor. (1  Co 16.14)

            Amar é o desejo de está perto do objeto.  É ter um forte afeto emocional. Aurélio define como “sentimento que predispõe alguém a desejar o bem de outrem”.

            Amor é palavra característica do cristianismo. Paulo afirma que tudo que merece ser feito, merece que se faça com amor. Caso contrário, Deus, como objeto primário do amor humano, não é exaltado, nem glorificado.

            O indicativo mais claro do fervor espiritual é exercer a caridade.

            Um coração compassivo deve preceder a qualquer atitude. Agir simplesmente não é requisição para quem tem o chamado de agregar valor ao reino da luz. É preciso agir nos ambientes do amor, somente.

Há muito que o SENHOR me apareceu, dizendo: Porquanto com amor eterno te amei, por isso com benignidade te atraí. 
(Jeremias 31:3)

            Não é pelo esforço próprio que o mais importante dos atributos celestiais é gerado no homem. O próprio Jesus afirmou que o padrão de amar não mais seria o amor a si, mas aquele que emana de seu próprio ser. E aqueles que são guiados pelo Espírito, exclusivamente eles, revestem-se dessa forma de amar.

Deus, ao revelar por meio do profeta Jeremias sua benignidade pelos rebeldes e perdidos, afirma que a eternidade consentiu em amar a natureza caída dos homens e compreendê-los. Por isso, de graça, e somente pela graça divina, planejou a salvação que alcança todo aquele que, pela fé, somente, adquire o passaporte para eternidade.

A falta de amor destrói. E quem age sem ele, não pensa em quem e no que está sendo destruído. Muitas vezes, em nome de uma moral que a sociedade estabelece – longe de ser requerida pelo próprio Deus, o desamor veste roupa de bondade, misericórdia, justiça e juízo. E mata os sentimentos, o sonho e o caminhar de alguém.

Jesus é a revelação do amor do Pai pela humanidade.

Qual tem sido a revelação do amor infundido no coração de cada um?

E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado. 
(Romanos 5:5)

O amor divino busca o bem de todos e não faz mal a ninguém. Constrói e mantém o que foi construído.

Deus, em sua perfeição, amou aos indignos e lhes proveu luz para caminhada nesta vida.

Pedro, depois de errar, negar conhecer o Cristo, tropeçar, falar irrefletidamente, recebeu a incumbência de apascentar o rebanho deixado pelo Salvador. Mas teria que primeiro amar Jesus. “Pedro, tu me amas?” Foi esse o comando para receber importante responsabilidade numa seara de poucos trabalhadores. Amar Jesus implicava, para Pedro, aceitar as falhas de outros, já que ele era o espelho delas naquele momento.

Pedro, antes de apascentar as ovelhas de Jesus, teria que absorver o amor que perdoa, que compreende, que dá chances de se levantar depois de uma queda, ou de várias quedas. O justo cai sete vezes e se levanta. Deveria ajudar o fraco a alargar sua tenda e a fincar bem suas estacas.

Sempre que se abençoa alguém, uma injeção de ânimo é recebida do trono da graça. E o conhecimento profundo de Jesus chega ao coração.

Julgou a causa do aflito e do necessitado. Por isso, tudo lhe correu bem. Não é isso conhecer-me? Diz o Senhor. (Jr 22.16)

            Julgar a causa, nesse contexto, é socorrer e auxiliar. E não emitir juízo temerário, seguido de ações de destruição. Tudo que é reto e perfeito passa pela peneira do amor.

Por Auxilandia, pastora em Cristo, serva de Deus.

26 - 12 - 2012     

 
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