Sê forte, diz  Senhor, e trabalhai, porque eu sou convosco.
( Ag. 2.4)

            Reconstruir o templo para Israel era a meta espiritual e física que mais ofereceu desafio no retorno do exílio da Babilônia. Não porque o povo havia perdido totalmente a fé, mas devido ao desânimo que invadiu o pensamento dos que deram ouvidos à oposição.

            Ageu foi chamado divinamente para anunciar nas portas da cidade a mensagem de consolo vinda dos céus.

O meu Espírito habita no meio de vós, não temais. (Ag. 2.5)

            Para resistir aos inimigos, Israel deveria olhar para Deus, somente. O Espírito do Santo de Israel era o guia e o animador de todo processo de reconstrução.

            Mas, para avanço no trabalho, era preciso está atento às ciladas malignas. E vencê-las com o escudo da fé. Devido às dificuldades, a conclusão foi a de que não era o chegado o tempo de Deus.

            O Pai da Eternidade não se calou. Ele nunca permite que seus filhos permaneçam no projeto elaborado pelo reino das trevas. A vontade soberana deve prevalecer sobre qualquer intento humano ou satânico. E prevalece, sem dúvida.

Este povo diz: Não veio ainda o tempo, o tempo em que a casa do Senhor deve ser edificada. (Ag. 1.2)

            O Eterno Deus pede que  o profeta lembre ao povo de considerar os caminhos por onde passaram. Não era justo, para Israel,  pensar que poderiam prorrogar o fundamento do templo.

            O Deus provedor despertaria o espírito de homens e o capacitaria para o trabalho. Afinal, tudo vem do criador.

Eu te farei como anel de selar, porque te escolhi, diz o Senhor dos Exércitos. (Ag.2.23)

            Zorobabel foi o escolhido para comandar a grande obra. E guardou, no coração,  com a fé que triunfa sobre qualquer dificuldade, a promessa do Todo Poderoso:

A glória desta última casa será maior que a da primeira, diz o Senhor dos Exércitos; e, neste lugar, darei a paz, diz o Senhor dos Exércitos. (Ag. 2.9)

            Mas nem tudo foi como um mar de rosas. Mesmo com a promessa que seria cumprida por parte de Deus, houve um desânimo generalizado. O entusiasmo passou como o vento que impele uma folha e a lança fora.

            O profeta, então, combate a paralisação com uma palavra confortante: Considerai tudo o que está acontecendo desde aquele dia. Antes de pordes pedra sobre pedra no templo do Senhor; antes daquele tempo, alguém vinha a um monte de vinte medidas, e havia somente dez; vinha ao lagar para tirar cinquenta, e havia somente vinte. A videira, a figueira, a romeira e a oliveira não têm dado os seus frutos; mas desde este dia, vos abençoarei, diz o Senhor. ( Ag. 2.15-19)

            No tempo do profeta Ageu, o templo representava o local da morada de Deus. Hoje, com o Cristo ressurreto, o Espírito habita no corpo de cada um que o recebe pela fé.

            Paulo exorta aos irmãos de Corinto:  Acaso,  não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo? (1 Co .19)

Alem da responsabilidade de se manter ativo o trabalho na casa de Deus, o corpo, como habitação santa do Espírito, requer cuidados constantes.

            Cuidado com alimentação, sono e descanso. Cuidado maior, ainda, com as questões da alma, que envolvem o domínio da vontade própria em benefício do planejamento daquele que domina sobre a terra e  o céu.

            Também, na obra do templo do Espírito Santo, grandes são as oposições para que a glória do Senhor não permaneça na casa. Mas, ao fazer o que está ao alcance hoje, a garantia da bênção é certa em todo tempo.

Por Auxilandia, pastora em Cristo.

30 - 04 - 2013     

 
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