Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. (João 1.4)


            O relato da criação, no Gênesis, mostra que o universo foi criado em perfeita ordem. Tudo foi bom, muito bom. Porém, com a queda, no Jardim do Éden, a natureza geme, esperando o dia da redenção.

            Lá, no momento da desobediência que trouxe ao mundo a desordem moral, o eterno Deus planejou a salvação do homem. O resgate da morte eterna foi anunciado:

O cordeiro que tira o pecado foi morto antes da fundação do universo. Foi agendado na eternidade o sacrifício que trouxe a libertação das trevas para a luz.

No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. (Jo 1.1)

 

E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam. (Jo 1.5)

Jesus, a luz do mundo, que traz a paz interior, transforma o caráter e muda a natureza humana para uma vida recriada segundo a imagem e semelhança divina, veio ao mundo para ensinar a todos quantos são feitos filhos de Deus o papel do despenseiro dos ministérios divinos.

É preciso seguir os passos de Jesus para que a justiça, a paz e a verdade imperem sobre o mal. Esse compromisso, com a implantação do reino de Jesus na terra, envolve o cristão individualmente e na comunidade.

 

E João testificou, dizendo: Eu vi o Espírito descer do céu como pomba, e repousar sobre ele. (Jo 1.32)


Jesus disse a Pedro que a igreja segundo suas ordens estava sendo fundada para mostrar o sinal do compromisso divino com a humanidade. Dois ou três reunidos em o nome do Cristo ressurreto forma a igreja, que tem o poder contra os principados e potestades.

Há guerras em que o cristão isolado não vence. É necessário contar com a ajuda de outros intercessores e, assim, garantir a presença dos anjos guerreiros.

O Espírito Santo que repousou em Jesus foi enviado para guiar o mundo à verdadeira luz. Ele convence o coração humano da justiça, do pecado e do juízo.

Eu mesmo apascentarei as minhas ovelhas e as farei repousar, diz o Senhor. (Ez. 34.15)

 

            Ezequiel profetizou sobre o tempo em que o bom pastor desceria e revelaria a maneira corretar de apascentar ovelhas. Com amor, compreensão, jejuns, oração, e muita ação.

                        A família é o primeiro rebanho. Todos da casa são considerados, por Deus, como pastores:

 

Vocês também estão sendo utilizados como pedras vivas na edificação de uma casa espiritual para serem sacerdócio santo, oferecendo sacrifícios espirituais aceitáveis a Deus, por meio de Jesus Cristo.

(1 Pe 2.5)


Agora, pois, libertados do pecado, e como escravos de Deus, frutificai para a santidade, até a vida eterna, que é a meta final.

( Rm 6.22)

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Aurélio define fraternidade como união ou convivência como de irmãos; harmonia, paz, concórdia”. A meta para a eternidade é a vida eterna, por meio da salvação.  Aqui, na vida transitória, Jesus pede o envolvimento total na causa da fraternidade.

Por Auxilandia, pastora em Cristo.  

18 - 12 - 2014     

 
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