Mando-te diante de Deus, que todas as coisas vivifica, e de Cristo Jesus, que diante de Pôncio Pilatos deu o testemunho de boa confissão, que guardes este mandamento sem mácula e repreensão, até à aparição de nosso Senhor Jesus Cristo.
(1 Tm 6.13)


            Aquele que desceu à mansão dos mortos e subiu aos céus glorificado há de vir em grande poder e todo olho o verá.

            Paulo relata que aquele que prega o evangelho de boa vontade receberá galardão. Mas, se não há boa vontade, há a obrigação que pesa sob os ombros.

 Pesou nos ombros do apóstolo e o voltar atrás foi expressão excluída de seu convívio. Jesus esclareceu que sofrer em prol de almas sublima qualquer prazer terreno.

Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e, ai de mim, se não anunciar o evangelho!
( 1 Co 9.16)

Jesus veio revelar todo sentido da ação de evangelizar. Foi servo sofredor. E comissionou discípulos a irem por todo mundo anunciando as boas novas da salvação. Porém, deixou a Palavra como fundamento de toda ação.

Aquele que tem, ele só, a imortalidade e habita na luz inacessível, a quem nenhum dos homens viu nem pode ver; ao qual seja honra, glória e poder sempiterno. (1 Tm 6.16)

Deus é descrito por Paulo com palavras poéticas, carregadas de sentido eterno. Certamente, retiradas de sua experiência quando subiu ao terceiro céu arrebatado. Viu coisas indizíveis, inefáveis. Foi capacitado a escrever suas cartas que compuseram as Santas Escrituras.

Quem subirá aos céus? Quem habitará nas moradas eternas, nos santos montes? Perguntas profundas. O salmista indagou assim, porque em seu tempo havia opressão ao pobre, falta de misericórdia, impiedade de toda sorte. A resposta veio do alto:

Aquele que anda em sinceridade, e pratica a justiça, e fala a verdade segundo o seu coração, aquele que não difama com a sua língua, nem faz mal ao seu próximo, nem aceita nenhuma afronta contra o seu próximo; aquele a cujos olhos o réprobo é desprezado; mas honra os que temem ao Senhor; aquele que, mesmo que jure com dano seu, não muda. Aquele que não empresta o seu dinheiro com usura, nem recebe subornos contra o inocente. (Sl 15. 2 ss)

Jesus, como centro da revelação do Pai e Palavra viva dirigida à humanidade, explanou no sermão da montanha o tipo de vida que o cristão deve ter até sua descida para encontro nas nuvens com a noiva preparada mediante provações.  

Sem santificação, ninguém verá a Deus: recado de Paulo aos que almejam a Pátria Eterna. Todos sabem, por experiência própria ou de outros, que as infidelidades a Deus resultam, sempre, em fracassos.

E porque insistem no erro? Paulo explica que os fracos sempre existirão. E diz que faz parte da caminhada de qualquer mortal. Satanás retira o entendimento para que não resplandeça a luz do evangelho. (2 Co 4.4).

Até que o evangelho seja impresso na tábua do coração, há a necessidade de intercessores. O jejum chega onde a oração não alcança. O louvor toca os corações, a oração do justo pode muito em seus efeitos. O trabalho de evangelismo é contínuo e exige disciplina.

Nunca mais terão fome, nunca mais terão sede; nem sol nem calma alguma cairá sobre eles, porque o Cordeiro que está no meio do trono os apascentará e lhes servirá de guia para as fontes das águas da vida; e Deus limpará de seus olhos toda lágrima. ( Ap 7.17)

É importante distinguir causa de consequências. Sabe a causa de subir com Cristo em sua vinda gloriosa? Crer no nome dele, e buscar a santificação. A consequência? João descreveu claramente em todo livro do Apocalipse. Mas o capítulo sete fornece algo que vai além do que esperamos: caminho para as fontes das águas da vida.

Vale servir a Jesus? Ser perseguido? E se for o caso dá a própria vida para ver o céu descer e impactar vidas? Vale. Muito, e muito.

Por Auxilandia, pastora em Cristo Jesus.

12 - 03 - 2015     

 
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