Bendigo o Senhor que me aconselha; pois até durante a noite o meu coração me ensina. (Sl 16.7)

Digo ao Senhor: tu és o meu Senhor; outro bem não possuo, senão a ti somente. (Sl 16.2)

            Jesus é o cumprimento das palavras do salmista, pois nele estão postos os olhos da fé e nele há copiosa redenção. Há um significado brilhante ao declarar que não há outro bem que possa suprir as carências do coração.

Olhando firmemente para o autor e consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus.

            Haverá recompensa com peso eterno para os que sofrem nesta terra por amor aos preceitos divinos.

            Jesus percorreu o caminho de fé carregando uma cruz. E deixou o exemplo maior para seus seguidores do que é pertencer ao mundo que geme na espera da tão prometida recriação da natureza.

Considerai, pois, atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não vos fatigueis, desmaiando em vossa alma. (Hb. 12.3)

            O salmista Davi reuniu em si todos os requisitos para abandonar a fé no Deus protetor. Enfrentou grandes desafios de seus inimigos a ponto de questionar a segurança de Deus em seu favor. Mas, entre questionamentos e uma fé inabalável, permaneceu fiel.

O Senhor é a porção da minha herança e o meu cálice; tu és o arrimo da minha sorte. (Sl 16.5)

            Em que cenário Davi fez tão emocionante declaração de fé? Em meio a guerras, lutas e perseguição de seu maior inimigo, o rei Saul. É no deserto, na tempestade e passando pelo fogo e pelas muitas águas que a adoração deve brotar e tocar o céu.

            Davi clamou ao seu protetor celeste para intervir e o livrar dos inimigos. Entre clamores e gritos de desespero como humano, ele elevou aos céus palavras de agradecimento das vitórias nas guerras diárias.

            E hoje? Quais são os inimigos do ser humano? Paulo afirma que são os principados e potestades que formam as hostes malignas.

Tu me farás ver os caminhos da vida (Sl. 16.11)

            Nos tempos de Davi, era comum o povo israelita caminhar ao templo para louvar a Deus e apresentar pedidos. A glória divina se revelava no Santíssimo lugar e somente o sumo sacerdote poderia contemplar.

             O véu que separava o templo foi rasgado com a morte vicária de Cristo, e todos, hoje, contemplam a presença do Santo Espírito mediante a fé.

Eu te invoco ó Deus, e tu me respondes; inclina-me os ouvidos e acode às minhas palavras. (Sl 17.6)

            Esta afirmação de confiança retrata os feitos poderosos e fiéis de Deus para com o salmista. Retrata, também, os livramentos dirigidos ao remanescente fiel.

Livrou-me de fortes inimigos e dos que me aborreciam, pois eram mais poderosos do que eu. (Sl 18.17)

            A experiência da boa mão divina nos detalhes práticos da vida conduz ao caminho da fé inabalável, mesmo nos momentos críticos de perseguições e desavenças.

Por Auxilandia, pastora em Cristo Jesus.

03 - 06 - 2015     

 
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