Ele é como árvore plantada junto a correntes de águas. (Sl. 1.3)

            Prosperidade vem do grego euporia e traduz ideia de riqueza, plenitude.

            O salmista visualizou o homem que prosperava em seu tempo. E, como uma linda poesia, descreveu o segredo da prosperidade.

Bem aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. (Sl 1)

Antes, o seu prazer está na lei do Senhor e na sua lei medita dia e noite.

( Sl 1.2)

            O homem próspero é aquele que está no mundo, mas não é do mundo. Não há riquezas materiais sinalizando a prosperidade. Há, sim, um justo útil e aproveitável na obra do Senhor. Contrário ao caráter do ímpio, que navega no egoísmo e na vontade própria, o justo prospera, sempre no Senhor.

            Um homem que não aceita se conformar com os padrões mundanos, mas medita na Lei Divina e dela extrai o que há de mais sublime: mandamentos que fazem a alma viver em abundância.

Ele é como árvore plantada junto a correntes de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido. (Sl.1.3)

            Bela descrição do justo, que teme ao Senhor e prospera em tudo que faz. E os ímpios? Como são?

Os ímpios não são assim; são, porém, como a palha que o vento dispersa. (Sl. 1.4)

            A palavra  ímpio é conceituada como aquele que não tem reverência para com Deus, que age em contrariedade às ordens divinas.

Eis que os olhos do Senhor estão sobre os que o temem, sobre os que esperam na sua misericórdia, para livrar-lhe a alma da morte, e, no tempo da fome, conservar-lhe a vida. (Sl. 33.18)

            Os olhos do Senhor é uma expressão pra revelar o cuidado dele com seu povo. Habacuque descreveu a pureza dos olhos de Deus. Ele afirmou que não podem contemplar o mal e nem a opressão.

            Por essa razão, virá o juízo final. Virá o tempo em que todos comparecerão diante daquele que tem o poder da vida e da morte. E o ímpio não mais poderá subsistir em suas maldades terrenas.

            O grande Trono Branco ou o Tribunal de Cristo serão instalados para que todos confessem que Jesus Cristo é o Senhor e recebam seus destinos eternos conforme a prática de obras nesta vida.

            Os justos resplandecerão como estrela sempre e eternamente, como profetizou Daniel. Os ímpios, porém, sofrerão o dano da segunda morte.

Bendito o homem que confia no Senhor e cuja esperança é o Senhor.

 (Jr 17.7)

            Em Israel eram plantadas tamareiras no meio do deserto, em oásis bem irrigados. A paisagem transmitia paz, calma, alegria. Era o belo em meio ao calor ardente e ao vento seco dos lugares áridos.

            O justo foi comparado a uma árvore, cuja função é produzir folhas, frutos e matéria prima para mil e uma utilidades. Assim é o que não se assenta na roda dos escarnecedores.

Ele é como árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e, no ano da sequidão, não se perturba, nem deixa de dar fruto. (Jr. 17.8)

 

Por Auxilandia, pastora em Cristo Jesus.

24 - 06 - 2015     

 
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