Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo
(Rm 10.13)

            Salvação tem vários conceitos. Mas o Novo Testamento revelou a ideia de livramento espiritual e eterno concedido imediatamente por Deus aos que se rendem, pela fé, ao arrependimento proclamado por Cristo Jesus.

Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? (Rm 10.14)

            Para que o movimento que envolve o processo de salvação alcance vidas, é preciso pregar, anunciar as boas novas.

            Uma pergunta fez Paulo para esclarecer a justiça divina que é reta, pura e abrangente: Há quem pregue? Como ouvirão? Ele mesmo respondeu com base na revelação que recebeu ao subir ao terceiro céu e observar coisas indizíveis, inefáveis:

            Por toda terra se fez ouvir a sua voz; e as suas palavras, até aos confins do mundo. (Rm 10.18)

            O juiz de toda terra não aceita suborno e não faz acepção de pessoas. Um de seus atributos eternos, a onisciência, garante a salvação por meio da proclamação do evangelho a toda raça, língua, povo e nação.

Como escaparemos nós, se negligenciarmos tão grande salvação?

(Hb 2.3)

            É possível abrir mão da salvação? Sim. Jesus está à porta e bate. Nem sempre abrirão, ouvirão e seguirão no vivo e reto caminho. Por quê? O caminho é estreito, apertado e não permite trazer consigo bagagens, fardo pesado.

Porque convinha que aquele, por cuja causa e por quem todas as coisas existem, conduzindo muitos filhos à glória, aperfeiçoasse, por meio de sofrimentos, o Autor da salvação deles. (Hb. 2.10)

            É preciso se humilhar para ser exaltado com Cristo. É necessário perdoar para ser perdoado e adentrar os portões eternos. É imprescindível suportar em amor os que nos perseguem. Jesus aprendeu a obediência não porque era Filho, mas pelos sofrimentos que passou.

             Interceder pelos inimigos é a primeira condição de busca da paz. Por isso a caminhada é por veredas estreitas. Como orar e amar inimigos que nos desejam o mal? Ou que possuem perfil diferente do nosso e queremos que eles se enquadrem no nosso modo de viver?

            Paulo afirmou, por experiência própria, que é possível. Ele ensinou desenvolver em si o fruto do Espírito. Somente é possível adquirir atitudes que representam valor eterno com a vivência.

Pois, naquilo que ele mesmo sofreu, tendo sido tentado, é poderoso para socorrer os que são tentados. (Hb 2.18)

            A salvação é um processo com etapas a serem cumpridas. Na primeira, ao invocar o nome do Senhor, o homem toma posse da garantia da remissão dos pecados pelo sangue da Nova Aliança em Cristo Jesus. E necessita da fé em sua morte vicária.

            A segunda etapa diz respeito ao caminhar nos ambientes da santidade. É o desenvolvimento do fruto do Espírito, pois sem a santidade ninguém verá a Deus. Sem a separação das coisas deste mundo não há inclusão no projeto de consagração a Deus.

            A última é a ausência total do pecado e a coroação como o atleta que correu e garantiu a vitória na linha de chegada. É o momento da vinda de Cristo para o indivíduo em sua passagem para a eternidade, seja no arrebatamento ou ao completar os dias na terra.

Cristo, porém, como Filho, é fiel em sua casa; a qual casa somos nós, se guardarmos firme, até ao fim, a ousadia e a exultação da esperança.

(Hb 3.6)

Por Auxilandia, pastora em Cristo Jesus.



09 - 07 - 2015     

 
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