Renunciar a si mesmo é entender que a vida é dom de Deus. E como tal, deve ser colocada à disposição de outras vidas.

As pessoas que nos cercam são as destinatárias, primeiramente, dos dons que Deus colocou em nossas mãos.

A nossa vida não pode ter finalidade em si mesma, numa visão egocêntrica e mesquinha. Ela deve ser compartilhada.

Compartilhar vida é possível? Sim. Pela distribuição dos recursos físicos e espirituais. Paulo menciona um dos dons do Espírito como o dom do socorro. Há pessoas que são chamadas para socorrerem de forma diferente.

Porém, aquele que não recebeu esse dom precisa buscá-lo com zelo. Jesus disse claramente:

Pois quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, vai encontrá-la (Mt. 16.25)

Achar vida em Cristo é questão de sobrevivência espiritual.

Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, principalmente dos da sua família, negou a fé e é pior do que o infiel. (1 Tm 5.8)

Na teoria é fácil recitar esse verso bíblico. E nos detalhes práticos da vida? Há renúncia de conforto, de padrão de vida em prol do necessitado que é parente? Não é o que se observa.

Há, sim, defesa de um direito individual e não coletivo. A cruz que se carrega não é a de Cristo. É a da busca por melhores padrões de vida sem que o mais carente seja incluso nos projetos sociais da própria família.

Satanás sabe bem que negar a si mesmo é caminho pra eternidade. Então, com mentiras e enganos, ele usa religiões desprovidas da verdade da salvação para promover ações de benevolência. E os cristãos perdem com isso. Carregar a cruz e negar-se a si mesmo não faz parte do caráter cristão de hoje que caminha a passos largos do necessitado da família. Ajudar com cestas básicas para quem não conhece é fácil. Não há envolvimento emocional. E na consciência, a obrigação foi realizada.

Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios (1 Tm 4)

Hoje a legislação prima pela individualidade. O ter é mais importante que ser seguidor de Cristo. Então, não importa mais as palavras divinas a respeito do caminho estreito que se deve percorrer ao negar as vontades próprias. Carregar cruz tomou outro sentido. A de olhar o necessitado com desprezo e acusações.

Manda aos ricos deste mundo que não sejam altivos, nem ponham a esperança na incerteza das riquezas, mas em Deus, que abundantemente nos dá todas as coisas para delas gozamos. (1 Tm 6.17)

 

Riqueza neste sentido não é só de bens materiais. Adentra o campo da moral, bons costumes, postura de vencedor em Cristo. Dons foram dados

Achar vida em Cristo é questão de sobrevivência espiritual.

Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, principalmente dos da sua família, negou a fé e é pior do que o infiel. (1 Tm 5.8)

Na teoria é fácil recitar esse verso bíblico. E nos detalhes práticos da vida? Há renúncia de conforto, de padrão de vida em prol do necessitado que é parente? Não é o que se observa.

Há, sim, defesa de um direito individual e não coletivo. A cruz que se carrega não é a de Cristo. É a da busca por melhores padrões de vida sem que o mais carente seja incluso nos projetos sociais da própria família.

Satanás sabe bem que negar a si mesmo é caminho pra eternidade. Então, com mentiras e enganos, ele usa religiões desprovidas da verdade da salvação para promover ações de benevolência. E os cristãos perdem com isso. Carregar a cruz e negar-se a si mesmo não faz parte do caráter cristão de hoje que caminha a passos largos do necessitado da família. Ajudar com cestas básicas para quem não conhece é fácil. Não há envolvimento emocional. E na consciência, a obrigação foi realizada.

Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios (1 Tm 4)

Hoje a legislação prima pela individualidade. O ter é mais importante que ser seguidor de Cristo. Então, não importa mais as palavras divinas a respeito do caminho estreito que se deve percorrer ao negar as vontades próprias. Carregar cruz tomou outro sentido. A de olhar o necessitado com desprezo e acusações.

Manda aos ricos deste mundo que não sejam altivos, nem ponham a esperança na incerteza das riquezas, mas em Deus, que abundantemente nos dá todas as coisas para delas gozamos. (1 Tm 6.17)

 

Riqueza neste sentido não é só de bens materiais. Adentra o campo da moral, bons costumes, postura de vencedor em Cristo. Dons foram dados aos homens. De curar, de pregar o evangelho, de profetizar, de emitir uma palavra sábia.

Infelizmente, até em colocar os dons a serviço do reino há uma individualização. Os dons ficam com quem recebeu. Mas Jesus deixa bem claro que enterrar talentos resulta em trevas, choros e ranger de dentes.

Guarde este mandamento sem mácula e repreensão, até à aparição de Nosso Senhor Jesus Cristo, a qual, a seu tempo, mostrará o bem-aventurado e único poderoso Senhor dos senhores, aquele que tem, ele só, a imortalidade e habita na luz inacessível; a quem nenhum dos homens viu nem pode ver; ao qual seja honra e poder sempiterno. Amém.

(1 Tm 6.16)

É preciso lutar contra vontades próprias para viver no centro da vontade divina. Ser criativo na arte de gastar a vida pelo outro é enviar moedas de valor eterno para a conta espiritual.

No momento oportuno, o socorre vem ao encontro dos que negam a si mesmo. E não se deve parar. Essa ação é até Jesus Cristo voltar para dá a cada um segundo seu proceder nesta terra.


Por Auxilandia, pastora em Cristo Jesus.

06 - 08 - 2015     

 
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