Então eles verão o Filho do Homem, vindo numa nuvem com grande poder e glória. Quando estas coisas começarem a acontecer, levantai-vos e erguei a cabeça, porque a vossa libertação está próxima.
(Lc 21.27)

           

            Libertar, segundo Aurélio, é desobrigar, desembaraçar, livrar.

            Isaías profetizou que o Messias, o enviado do Pai, viria libertar os cativos e dá vida aos mortos. O próprio Jesus confessou que veio para tornar a vida em abundante.

            Mas o que se vê nessa vida terrena com os olhos carnais é bem diferente desse oráculo. Justos vivendo oprimidos, doentes e se doando em prol do bem, porém recebendo afrontas em troca.

            Paulo explica o contexto terreno: se a felicidade for requerida apenas na vida terrena, a infelicidade chegará ao coração.

 A libertação total proclamada nas Santas Escrituras se refere a um tempo futuro. Ao momento da chegada triunfante do Cordeiro nas nuvens, para selar a palavra da salvação eterna.

Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai, e reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu Reino não terá fim. (Lc 1.32)

            Maria recebeu do anjo Gabriel essas palavras confortadoras. Reinado sem fim, trono de Davi, Filho do Altíssimo foram frases conhecidas de Maria.

Ela sabia as Escrituras e, na tranquilidade, despediu o anjo afirmando que era serva do Senhor e toda palavra seria cumprida nela.

            Porém, além de reino eterno, ela aceitou o sofrimento e a morte pela qual seu filho passaria. Recebeu a vontade divina humildemente, crendo no poder ressuscitador do Altíssimo.

            Guardou tudo no coração, porque o pão da vida estava descendo do céu para alimentar todos os famintos de justiça e não era ainda a hora de revelar ao mundo o penoso trabalho da alma do redentor.

Pelas entranhas da misericórdia do nosso Deus, com que o oriente do alto nos visitou, para alumiar os que estão assentados em trevas e sombra de morte, a fim de dirigir os nossos pés pelo caminho da paz. (Lc.1.79)

            Zacarias, pai de João Batista, o precursor de Jesus, pelo Espírito da Verdade, profetizou a respeito da vinda triunfante do Filho do Homem. O caminho da paz chegará com a consumação dos séculos.

            Para os não salvos, o fim do mundo representa medo, pavor e desespero. Os remidos do Senhor serão libertos do mundo que jaz no maligno e adentrarão os portais eternos.

            Para isso, é preciso desenvolver a fé responsável, que se firma na vigilância, porque um será levado, e o outro deixado.

 Assim é a proporção descrita na Bíblia. Portanto, agir como as virgens prudentes nesses últimos dias é caminhar em busca da eternidade ao lado de Deus.

Quem possui esperança toma posse da libertação que será completada como boa obra iniciada pelo Pai no dia da vota de Cristo.

Bem aventurada a que creu, pois hão de cumprir-se as coisas que da parte do Senhor lhe foram ditas. (Lc 1.45)

Isabel, mãe de João Batista, relembrou o quesito essencial para tomar posse das bem aventuranças: crer.

Sem fé é impossível agradar a Deus, dizem as Escrituras com sabedoria do Espírito Santo.

Jesus voltará, Maranatah! E só os que creem em sua vota subirão para as moradas eternas, participarão das bodas do cordeiro e serão eternamente livres dos males deste mundo.

Por Auxilandia, pastora em Cristo Jesus.


04 - 11 - 2015     

 
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