Ser-me-eis santos, porque eu, o Senhor, sou santo e separei-vos dos povos, para serdes meus. (Lv 20.26)

 

                   No Antigo Testamento, a palavra aliança foi usada para expressar  o  relacionamento de Deus com o povo de Israel.

 

                   Na Aliança feita com Abraão, Deus anunciou promessa irrevogável que se estenderia até sua posteridade.

 

                   No Monte Sinai, o povo foi compromissado, por juramento, a cumprir as leis e os estatutos ditados pelo próprio Deus a Moisés.

 

                                      Se diligentemente ouvirdes a minha voz, e guardardes a minha aliança, então sereis  a minha propriedade peculiar dentre todos os povos. 

(Ex. 19.5)

 

                   Sabe o que é ser propriedade peculiar de Deus?  É carregar em si a marca do cordeiro que tira o pecado do mundo. É permanecer debaixo de uma nuvem de proteção e de uma coluna de fogo. É ter a paz que  excede todo entendimento.

                  

                   Separação foi a palavra-chave da aliança firmada ao som de voz de trovões, relâmpagos e outros fatores sobrenaturais que permaneceram como memorial por várias gerações dos israelitas.

 

                   Para a presente geração, a Bíblia foi divinamente preparada com a finalidade de trazer à memória da humanidade os atos redentores do altíssimo.

 

                   Qãdosh, palavra hebraica que traduz a ideia de santo, refere-se à santidade majestosa de Deus, e também a pessoas que são separadas para o serviço na casa de Deus. Hoje, essa palavra se estende aos que são adoradores em espírito e em verdade.

                  

                   Não há santo como o Senhor, porque não há outro fora de ti; rocha nenhuma há como o nosso Deus. ( 1 Sm 2.2)

 

                  

         Deus prometeu ao patriarca Abraão que entraria em relacionamento especial com a descendência dele. O profeta Isaías confirmou milhares de anos depois a santidade do Senhor como mensageiro das boas novas.

 

                   Por ser Deus santo, seu povo deve se santificar para comparecer diante dele com cânticos e ações de graça.

 

                  Cristo, oferecendo-se uma vez para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o espera para salvação. ( Hb. 9.28)

                  

                        Cristo se fez pecador na cruz do calvário ao levar sobre si o pecado de toda humanidade. Triunfou sobre a morte e se assentou à destra do Pai. Sem pecado, santo como é, levará consigo em sua vinda gloriosa os santos que nele creem.

 

                     A aliança feita no monte Sinai envolveu determinações a serem cumpridas por Israel, chamado para ser o propagador das leis e estatutos pelos quais deveriam viver. Houve quebra por parte dos israelitas.

 

                   Deus prometeu firmar aliança diferente. Dessa vez, com sangue remidor e garantida pela morte sacrifical do Messias. Foi cumprida na plenitude dos tempos.

 

                  

Eis aí vêm dias, diz o Senhor, em que firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá. Não segundo a aliança que fiz com os seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; pois eles quebraram a minha aliança, apesar de eu ter sido seu esposo, diz o Senhor. Porque esta é a aliança que farei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor: Na mente lhes imprimirei as minhas leis, também no seu coração as inscreverei; eu serei o Deus deles, e eles serão o meu povo.
(Jr 31-31)

 

                   Por Auxilandia, pastora em Cristo Jesus.


24 - 03 - 2020     

 
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