Que vos parece? Um homem tinha dois filhos. Dirigindo-se ao primeiro, ele disse: Filho, vai trabalhar hoje na vinha! O Filho respondeu: Não quero. Mas depois mudou de opinião e foi.  O pai dirigiu-se ao outro filho e disse a mesma coisa. Este respondeu: Sim, senhor, eu vou. Mas não foi. Qual dos dois fez a vontade do pai? (Mt 21.28)

           

            Momentos de alto e baixo na escola de obediência pontuam a vida do cristão. Obedecer é comando que deve, sempre, ocupar o primeiro lugar nas escolhas. Porém, nem sempre acontece assim.

            Os filhos apresentados na parábola que Jesus contou aos discípulos representam a humanidade que busca obedecer. Quanto mais maturidade espiritual, mais disposição para praticar a vontade do Pai. O fazer responsável é que caracteriza o quanto de obediência se carrega no coração e não o simples dizer.

 

Porquanto a vontade daquele que me enviou é esta: Que todo aquele que vê o Filho, e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. (Jo 6.40)

 


             Fazer a vontade do Pai tem uma recompensa: herança com Cristo das bênçãos da região celeste. A maior delas é a vida eterna. E essa depende da crença no Filho. O caminho é ele, portanto a vida começa nele.

            O individualismo arrebata a capacidade de obediência. Querer tudo pra si sem visão de reino celeste é atuar como o filho que disse que iria trabalhar na vinha e não foi.

            Certamente o pensamento dele voltou-se para suas prioridades.  No reino que Jesus inaugurou com sua vinda carnal o cego vê, o coxo anda, o surdo ouve. Mas para que haja esse movimento miraculoso é preciso colocar os dons em prática.

 

Nessa mesma hora, Jesus curou de doenças, enfermidades e espíritos malignos a muitas pessoas, e fez muitos cegos recuperarem a vista.

(Lc 7.21)

           

            Na eternidade, num conselho eterno, Deus enviou o Filho para a terra. Uma missão pesava em seus ombros: fazer a vontade do Pai. Trabalhar na seara grande, com poucos trabalhadores.

            A mais rude vontade a ser cumprida foi a morte vicária. Suou sangue, quando a alma se angustiou. Porém disse sim. E foi. Não voltou atrás.

            Fazer a obra tem suas recompensas. O trabalho no Senhor não é vão. Vidas são libertas, curadas e regeneradas. Vale a pena obedecer.

            Deus age com ações concretas em nosso benefício. Ele trabalha. Não dorme o guarda de Israel.

            Jesus deixou uma proposta de trabalho: ide, e pregai o evangelho a toda criatura. Essa é a vontade suprema do Pai, para que todos cheguem ao pleno conhecimento da verdade e sejam salvos.

 

Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e vós encontrareis descanso. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.

(Mt 11.28)

            Essa vontade do Pai volta-se para o descanso da alma. Em meio ao tumultuado mundo gerido por egoísmo, maldades e crueldades, Jesus apresenta a mansidão e a humildade como armas poderosas Nele para se enquadrar na soberana direção divina.

            Por Auxilandia, pastora em Cristo Jesus.


26 - 11 - 2015     

 
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