Hoje, sou julgado por vós acerca da ressurreição dos mortos!

Atos 24.21


                        Julgamento vem do grego Krisis e denota separação, juízo, decisão. Normalmente, uma decisão dada sobre as faltas de outra pessoa.

...e a Deus, o Juiz de todos... (Hb 12.23)

                        Qualquer deliberação humana que despreze a influência do Espírito Santo não prospera no intento de condenar ou livrar alguém.

                        Paulo, em sua defesa, afirmou que a base de seu julgamento perante as autoridades do tribunal do governador Félix, depois de sua conversão ao cristianismo, foi a defesa da revelação acerca da ressurreição dos mortos.

                        Em seu arrebatamento, ele foi até o terceiro céu e viu coisas que olhos humanos comuns não veem. Teve a revelação do que é o céu e o inferno. Viu anjos e demônios.

         Aprendeu sobre a guerra espiritual na qual todo ser humano se insere, desejando ou não. E, por essa razão, Paulo não abriu mão de crer na justiça divina, no julgamento que desce do céu.

            Quantos justos perante Deus têm recebido sentença baseada em injustiças? Muitos. Nos quatros cantos da terra há quem sofra por julgamentos temerários.

As que dizem respeito a Jesus, o Nazareno, que foi um profeta poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo, e como os principais sacerdotes e os nossos príncipes o entregaram à condenação de morte e o crucificaram. (Lucas 24, 19 e 20)

 

                Se o Filho de Deus sofreu julgamentos de forma totalmente injusta, mais ainda sofrem os seus seguidores. No mundo, pontuado por aflições, as decisões acerca das atitudes de quem quer viver piedosamente vão indicar os julgamentos temerários.

           

E sabemos que o juízo de Deus é segundo a verdade...(Rm 2.2)

                        Aquele que conhece o segredo do coração humano pode julgar segundo a verdade. A Palavra de Deus revela que mentes e corações são sondados por Deus, somente.

                        E, portanto, a motivação para deliberar sobre vidas humanas deve ser a Palavra de Deus, praticada, em sua essência.

                        No julgamento humano, normalmente uma parte superior se assenta em destaque sobre duas partes inferiores que estão em conflito. O juiz, que recebe a incumbência de ditar o veredito, deve conhecer as razões dos dois lados.

                        Infelizmente, há no julgamento humano falhas e tendências. Mas, com o juiz de toda terra, a garantia de uma sentença justa e duradoura é eterna.

O Senhor julgue entre mim e ti. (Gn 16.5)

            Sara se sentindo injustiçada, apelou para o tribunal divino. Chamou Abraão, seu marido, e declarou o juiz de toda terra competente para resolver o caso em que Agar havia lhe desprezado por não ser mãe.

            Abraão imediatamente agiu. Porque sabia que as mãos de Deus não estariam encolhidas para fazer o que fosse necessário, inclusive com consequências vindas sobre ele.

            Julgar também leva à ideia de livrar de injustiças e opressão. Deus livrou Sara das afrontas da escrava. E ordenou a Abraão que tirasse a escrava de perto de Sara.

            Muito tempo depois de se colocar na posição de aceitar o julgamento de Deus no caso de Sara, Abraão se viu na incumbência de defender perante Deus os justos de Sodoma e Gomorra.

            Para impedir a destruição do justo Ló, seu sobrinho, que habitava numa terra de injustiças e por tais coisas sua alma se afligia, Abraão faz a pergunta que tocou o coração de Deus: Não faria justiça o juiz de toda terra? (Gn 18.25)

            Devemos clamar a Deus por justiça.

Por Auxilandia, pastora em Cristo Jesus.

17 - 03 - 2016     

 
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