E O VERBO SE FEZ CARNE E HABITOU ENTRE NÓS, CHEIO DE GRAÇA E DE VERDADE; E VIMOS A SUA GLORIA, COMO A GLÓRIA DO UNIGÊNITO DO PAI
(Jo 1:14)


             Jesus veio ao mundo para inaugurar um reino. Não passageiro, nos moldes terrenos, mas eterno, e que consiste em paz e alegria de espírito.

            Reino vem do grego basileia e significa soberania, domínio, poder real. O reino de Jesus não é visível na maneira natural de observação.

            É preciso olhos espirituais para entender que o reino eterno se inicia nesta terra, com sofrimentos e humilhações a partir de um caminho estreito.

 

Prova clara do justo juízo de Deus, para que sejais havidos por dignos do reino de Deus, pelo qual também padeceis. (2 Ts 1.5)

            Conclui-se o reino eterno com a recompensa e a glória para os que permanecerem firmes até à volta triunfante de Jesus.

            Para cumprir a vontade soberana do Juiz de toda terra, Jesus veio como homem. Como o verbo que se fez carne. E habitou entre todos, ensinando e promovendo o reino celeste.

           

Porque o reino é do Senhor, e ele domina entre as nações. (Sl 22.28)
           

            O governo de Deus é reconhecido na terra por meio dos santos. Daqueles que se separam para proclamar a mensagem de salvação.

           

Venha o teu reino (Mt 6.10)

 

            A oração do Pai Nosso, ensinada por Jesus, traz, sempre, o pedido da vinda do reino.

            Por que pedir o reino? Não foi esclarecido nas Santas Escrituras o motivo desse pedido. Foi apenas ordenado. E a ordem de Deus é para ser cumprida para que o bem seja estabelecido.

O Deus do Céu suscitará um reino que não será jamais destruído. (Dn 2.44)

           

            Para que o reino não seja destruído, uma aliança de sangue foi estabelecida para remissão de pecados.

Receber Jesus como o mediador do pacto de sangue é garantir a entrada no reino eterno. E somente é possível com a santificação por meio da ação do Espírito Santo.

Eis que dias vêm, diz o Senhor, em que farei um pacto novo com a casa de Israel e com a casa de Judá, não conforme o pacto que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito, esse meu pacto que eles invalidaram, apesar de eu os haver desposado, diz o Senhor. (Jer. 31.31)

 

Pacto feito com a morte vicária de Jesus para que a santidade pudesse ser comunicada à humanidade que se torna justa mediante esse sacrifício, que por todos, e uma única vez, valeu por toda a eternidade.

 

Por Auxilandia, pastora em Cristo Jesus.

 

30 - 06 - 2016     

 
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