Senhor, como tem crescido o número dos meus adversários! (Sl.3)

 

                                    O Salmo três foi escrito por Davi durante sua fuga da perseguição de seu próprio filho Absalão. Além desse desafeto, muitos de seus amigos e colaboradores o abandonaram.

                                   Angústias, tristezas, decepções invadiram seu ser. Uma atitude diante dessa nova batalha foi exigida dele imediatamente para que sua alma não desfalecesse.

 

Porém tu, Senhor, és o meu escudo, és a minha glória e o que exaltas a minha cabeça. (Sl.3.3)

 

                                   Davi decidiu confiar. Resolveu mudar o clima de depressão e desespero para confiança naquele que tudo pode.

                                   Ele adorou o Senhor, louvando-o com três palavras que denotaram a confiança: escudo, glória e estima.

                                   Quando não chegou ajuda de amigos, Deus foi seu escudo protetor. Na falta de recursos financeiros, a glória divina foi o  suprimento.  Quando ninguém o estimou, Deus o motivou a erguer a cabeça e a se valorizar como o ungido dele.

 

Não tenho medo de milhares do povo que tomam posição contra mim de todos os lados (Sl 3.6)

 

                                   Salvação dos perigos imediatos desce do Trono da Graça quando há clamor e confiança. Atos de fé são exigidos, pois sem ela não há como agradar ao Senhor.

                         Abrir a boca e confessar a ausência do medo produz confiança e calma até que a vitória se complete.

 

Levanta-te, Senhor! Salva-me, Deus meu, pois feres nos queixos a todos os meus inimigos e aos ímpios quebras os dentes. (Sl. 3.7)

 

                        Deus não sente ódio, pois a essência de seu caráter é o amor. Ferir não expressa uma reação raivosa de Deus, mas uma atuação na justa medida de seu juízo contra os malfeitores.

                        De Deus não se zomba. A lei da semeadura é real. Planta-se perseguição, colhe-se  perseguição. Planta-se amor, colhe-se amor.

                        Os inimigos de Davi foram surpreendidos com juízo divino. Deus, por meio de seu Santo Espírito, enviou mensagens de convencimento. Rejeitaram.

            Por isso, no tempo, divinamente determinado, receberam a consequência da violação do bem semeado no coração como a divina semente.

Do Senhor é a salvação, e sobre o seu povo, a sua bênção. (Sl. 3.8)

                        Ser povo santo, raça eleita, sacerdócio real atrai a bênção e o livramento.  A justa indignação de Deus contra a maldade é a garantia da vingança divina e do envio do socorro.

Senhor,  levanta sobre nós a luz do teu rosto. (Sl  4.6)

                        É preciso pedir. Apresentar a petição específica. Ele conhece tudo, porém, deixar diante dele em oração e súplica todas as necessidades é um comando bíblico que deve ser obedecido.

                        Davi descrevia em detalhes suas petições a Deus e agia como conforto para sua alma. Praticar atos de fé atrai a bondade divina.

                        Por Auxilandia, pastora em Cristo Jesus.

 

11 - 08 - 2016     

 
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