Pois quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, esse a salvará. (Lc. 9.24)

 

Vida vem do grego Zoe e significa vida como princípio, no sentido absoluto. É a possessão comum de todos os animais e homens.

A relação que o crente tem com Jesus Cristo resulta na possessão da vida eterna. Jesus ensinou aos discípulos que a salvação passa pela perda da vida nesta terra.

Abrir mão de direitos em prol da santidade, da comunhão com Deus é ganhar a vida.

O Cristianismo ensina a valorizar o que é eterno. Perder algo terreno é necessário para que a eternidade seja garantida.

 

Para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. (Jo 3.15)

 

A morte e o pecado, a vida e a santidade são contrastes encontrados nas Escrituras e que nos levam a pensar em quão importante é perder prazeres terrenos em troca de valores de peso eterno.

Uma vida santa não combina com o pecado que gera morte. Por isso Jesus morreu e levou sobre seus ombros as transgressões da humanidade redimida.

Jesus suportou o julgamento divino e ressuscitou para que a humanidade pudesse desfrutar comunhão consciente e eterna com Deus.

 

Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. (1 Jo 2.16)

 

Vida também vem do grego bios e se refere ao período ou duração da vida. Zoe é a vida intensiva e está ligada a tudo que os santos possuem em Deus com sua conduta.

A conduta do crente durante sua vida na terra deve ser a ditada pelo Pai. Porque aquele que é amigo do mundo é  inimigo de Deus.

 

Deus tornou pecado por nós aquele que não tinha pecado, para que nele nos tornássemos justiça de Deus. ( 2 Cor 2.5)

 

Deus amou o mundo, mesmo que corrompido em pecado, e enviou seu Filho Unigênito, para a vida eterna se tornasse viável ao que crer.

O crente é identificado com Cristo em sua ressurreição. Como sofreu e abriu mão de tudo que era mundano, Jesus deixou o exemplo de como perder essa vida para ganhar a vida que há nele.

E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo;  E livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão.  Porque, na verdade, ele não tomou os anjos, mas tomou a descendência de Abraão.  Por isso convinha que em tudo fosse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote naquilo que é de Deus, para expiar os pecados do povo.  Porque naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados. (Hb 2.14)

 

A promessa do Deus fiel em Hebreus motiva a todos a abrirem mão da soberba da vida a fim de serem adotados como descendência de Abraão e ser socorrido por quem aniquilou o diabo.

Por Auxilandia, pastora em Cristo Jesus.

22 - 09 - 2016     

 
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