A ela eu sirvo, exercendo o cargo que Deus me confiou de vos transmitir a palavra de Deus em sua plenitude.
(CL. 1.25)

 

 

Plenitude vem do grego pleroma e traduz ideia de abundância, aquilo do qual uma coisa é cheia.

A graça e verdade manifestas em Cristo, incluindo todas as suas virtudes e excelências são comunicadas à igreja para que o mundo experimente de toda plenitude de Deus.

Paulo se tornou servo de Cristo e se dedicou ao chamado da oração e da Palavra. Em momento algum exerceu outra tarefa e abandonou o chamado de interceder e se aprofundar no conhecimento pleno de Jesus por meio de sua Palavra e das revelações que recebeu.

Sofreu muito. E escreveu aos colossenses que o sofrimento foi causa de sua alegria e ainda almejou completar em sua carne o que faltava das tribulações pelas quais o próprio Cristo passou.

 

Conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus.  (Ef. 3.20)

        

         Para cumprir o chamado, Paulo esclareceu que sem o amor na medida daquele que Cristo manifestou ao mundo, a plenitude de Deus não se firma no coração do crente.

         Aos Coríntios, ele descreveu o amor que vale como passaporte ao reino celeste: amor não fingido, benigno, que não se arde em ciúmes, que perdoa, que não leva em conta as afrontas.

         Para proclamar a palavra em sua plenitude, o amor é o primeiro requisito, pois a igreja deve ser o complemento de Cristo na terra.

E sujeitou todas as coisas a seus pés, e sobre todas as coisas o constituiu como cabeça da igreja, que é o seu corpo, a plenitude daquele que cumpre tudo em todos. (Ef. 1.22)

         A igreja é o corpo de Cristo na terra. Ele no comando, o inferno não prevalece contra os remidos. Mesmo que haja lutas, batalhas infindáveis e decepções, a igreja triunfa sobre as trevas.

         No olhar pleno de Deus, uma alma salva vale mais que muitos remidos que não precisam de arrependimento. Portanto, mesmo diante de sofrimentos e tristezas, o chamado tem uma recompensa eterna.

 

         Paulo afirmou que o mistério escondido por séculos e gerações, mas agora revelado aos santos, é a Palavra em sua plenitude, que os próprios anjos quiseram anunciar. Entretanto, Deus escolheu a humanidade para essa tarefa, não simples, porém gratificante.

 

Nós o anunciamos, admoestando a todos e ensinando a todos, com toda a sabedoria, para a todos tornar perfeitos em sua união com Cristo. 
(Cl. 1.28)

 

         Sem dúvida para os que pregam o evangelho, a gratificação em transmitir a palavra plena passa pelos sofrimentos em anunciá-la. O inferno sempre se levantará para impedir a propagação do evangelho.

         Que a salvação de Deus seja desenvolvida no coração daquele que recebeu a plenitude da Palavra e trocou o fardo pesado pelo jugo leve de Jesus. E  que viva o salvo a plenitude de sua Palavra!

Por Auxilandia Pementa, pastora em Cristo.

29 - 09 - 2016     

 
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