A vinda do filho de o homem

Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: não vem o reino de Deus com visível aparência.

 ( Lc 17.20)

            A aparência exterior sempre foi questionda por Deus quando o interior comunicava sentimentos divergentes.

            A boca deve expressar o que sente o coração. Jesus certa vez informou aos discípuos que é possível palavras saírem sem o correspondente sentimento interno.

            Por essa razão, o reino de Deus não vem por qualquer sinal visível.

O reino de Deus está dentro de cada um. E consiste em paz e alegria de espírito.

 Porque como o relâmpago ilumina desde uma exremidade inferior do céu até outra extremidade, assim será também o Filho do homem no seu dia. (Lc 17.24)

 

            Esse reino invisível que reside no interior do ser humano é uma das faces do reino celeste.

            Jesus, na conversa com os discípulos sobre a vinda do reino celeste, apontou para um tempo em que tudo irá convergir nele e um acontecimento visível e universal marcará a história por toda eternidade.

         E, como aconteceu nos dias de Noé, assim também será na vinda do Filho do Homem. ( Lc 17.23)

            Jesus levou uma conversa séria com seus seguidores ao adverti-los de que não deveriam ser levados por falsos rumores sobre a sua vinda.

            O dia e hora da vinda compete apenas ao Pai.

            Após ida triunfal aos céus como o Cristo Ressurreto, a plenitude do Pai passou a residir nele.

            Portanto, por ser um com o Pai, Jesus, como o Cordeiro que é digno de abrir o Livro Eterno, sabe o momento em que a trombeta que está a cargo do  arcanjo Miguel tocará.

Ao som da trombeta, Jesus descerá em grande glória.

            Quem entrará nos tabernáculos eternos? Que sinais revelam o que está preparado para a subida triunfal com aquele que foi morto e ressuscitou?

            Aquele que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega sua alma à vaidade, nem jura enganosamente. (Sl 24.4)

            O salmista Davi responde com propriedade após ter se desviado do vivo e reto caminho. Com quebrantamento de coração, retornou ao Pai e entendeu que santidade é a virtude que atrai a bênção da salvaçao eterna.

            A vida secular impõe ritmo acelerado de atividades. Porém, o tempo reservado para intimidade com as coisas celestes deve ser prioridade para os que aguardam a sua vinda ansiosamente.

            Ainda na vida em carne, Jesus  passou por sofrimento e desprezo. Aprendeu a obediência não por ser filho de Deus, mas por ter vivido dias de angústia e dor.

            Como herdeiros dele, os seguidores fiéis passam dias de chuva tempestuosa, de céus de bronze, e de ventos fortes. Com esperança, confiam na promessa do novo céu e da nova terra.

            Aqui está a paciência dos santos. Aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. ( Ap 14.12)

Os que morrem em Cristo guardam a fé e completam a carreira. Pacientemente permanecem sendo santos como santo é o Senhor. Pois sabem que sem santidade ninguem pode ver  Deus.

E vi um anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda nação, e tribo e língua e povo, dizendo com grande voz: temei a Deus e dai-lhe glória porque vinda é a hora do seu juízo. (Ap. 14.6)

A retribuição das boas e más obras acontecerá no dia do juízo final. Por isso, pregar o evangelho é tarefa enquanto se vive na terra.

            A glória do advento da vinda será vista por todo olho e todo joelho se dobrará e confessará que Jesus Cristo é o Senhor. Até lá, o reino celeste está dentro de cada um e representa a paz que o mundo não dá. Mas aquela que vem do Espírito Santo.

Por Auxilandia Pementa, pastora em Cristo.

12 - 09 - 2017     

 
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