Naquele mesmo dia, deu o rei Assuero à rainha Ester a casa de Hamã, inimigo dos judeus; e Mardoqueu veio perante o rei, porque Ester tinha declarado o que lhe era. (Ester 8)

 

A cidade Susã foi Capital de inverso da Pérsia, por volta de 465 a.C. Lá aconteceu um evento envolvendo a rainha Ester e o povo judeu. A história humana recebeu o ocorrido como legado, e o livro foi recebido como canônico.

Os escritos fizeram parte das Sagradas Escrituras. Ao ler, como livro sagrado, o povo colhe benefícios com os princípios de força, coragem, obediência e determinação para vencer inimigos.

Hamã, agindo como instrumento de Satanás, recebeu ordem maligna para exterminar os judeus. Querendo para si honras, Mardoqueu se negou a inclinar-se diante dele, uma vez que aprendeu adorar somente ao Deus de Israel.

A triste decisão do rei em conceder poder ao inimigo dos judeus fez despertar em Mardoqueu o desejo de lutar pelo povo e não somente por sua vida.

Ester, a rainha, tomou posse da arma poderosa para vencer principados e potestades: jejum. Com sabedoria vinda do alto, agiu estrategicamente com o rei até obter dele o livramento da decisão de extermínio.

O rei não revogou o decreto. Mas concedeu ampla liberdade de luta e recursos para vencer o inimigo Hamã.

 

Esteja certo de que o abençoarei e farei seus descendentes tão numerosos como as estrelas do céu e como a areia das praias do mar. Sua descendência conquistará as cidades dos que lhe forem inimigos. (Gn 22.17)

 A consumação dos séculos ainda não aconteceu. Então, o inimigo de nossas almas está solto e agindo. Porém, Deus fornece, por sua Palavra, armas poderosas nele para vencer as armadilhas satânicas. A promessa feita aos patriarcas incluía a conquista das cidades dos inimigos.

Foi a ação das mãos de Deus que fez o povo vencer o exército de Hamã, mais esperto e com mais recursos materiais.

Porém, agindo Deus, quem impedirá?

O SENHOR é Deus zeloso e vingador! O SENHOR é vingador! Seu furor é terrível! O SENHOR executa vingança contra os seus adversários e manifesta o seu furor contra os seus inimigos. (Naum 1.2)

O povo que é propriedade exclusiva de Deus precisa conhecer o poder que tem quando o Espírito Santo não é apagado. A autoridade divina supera qualquer principado e potestade que se levanta.

Mas é necessário seguir princípios: fé, obediência e disposição para o jejum. Foram três dias e todos os judeus participaram do jejum.

Não é a autoridade individual que saqueia o inferno. Toda igreja reunida num só propósito de busca derruba o inimigo e sai vitoriosa.

Ser chamado diante do rei representa honra. Saquear não só o inimigo, mas toda sua casa é resultado da ação estratégica baseada na obediência aos comandos divinos.

Ester, na qualidade de rainha, também se humilhou no jejum. Creu que essa poderosa arma traria a sabedoria e a estratégia para convencer o rei a salvar o povo judeu.

Mordequeu ao anunciar o perigo à rainha, deixou claro que se ela não intercedesse junto ao rei, o socorro viria, mas a inércia dela traria consequências ruins a ela e à casa dela.

Dispor-se na ajuda, primeiro aos irmãos de sangue, depois aos de fé, é um sinal de que Cristo reside no ser que arrisca a própria vida em busca de saída do caminho da morte

A palavra inimigo vem do hebraico oyeb e traduz ideia de opressor, tirano, perseguidor.

Jesus veio em carne e deixou na prática ensinamentos para vencer as hostes da maldade e provar que a humanidade tem o poder de afastar o inimigo.

 

Por Auxilandia, pastora em Cristo Jesus.

19 - 09 - 2017     

 
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