Então, aqueles que temeram ao Senhor falaram frequentemente um ao outro e o Senhor atentou e ouviu; um memorial foi escrito diante dele, para os que temeram o Senhor e para os que se lembraram do seu nome.

( Ml 3.16)

Malaquias profetizou num tempo em que a fidelidade de Deus estava sendo questionada por um povo que havia deixado de lado a adoração e reforçado  o sono espiritual.

Era preciso retornar ao primeiro amor: ao tempo em que os oráculos de Deus eram ouvidos e obedecidos.

Vós tendes dito: inútil é servir a Deus, que nos aproveita termos guardado os seus preceitos e em andar de luto diante do Senhor dos Exércitos?

(Ml 3.14)

Colocar em dúvida a proteção divina corresponde a deixar de lado o rito sagrado de buscar Deus em sua plenitude.

Malaquias denuncia a corrupção do sacerdócio, a injustiça, a falta de uma vida pautada nos estatutos divinos.

Mas também esclarece que há um memorial diante de Deus com os atos de justiças daqueles que não se assentam na roda dos escarnecedores. Daqueles cujos joelhos não se dobram a deuses estranhos.

Então voltareis e vereis a diferença entre o justo e o ímpio, entre o que serve a Deus e o que não o seve.

(Ml 3.18)

Deus afirma o amor e a providência em manter esse amor por meio de promessas. É necessário se apoderar da Palavra que dá vida.

Mas para vós outros que temeis o meu nome nascerá o sol da justiça e cura trará nas suas asas.

(Ml 42)

Servir a Deus é investir em tesouros com juros eternos.

Por Auxilandia, pastora em Cristo Jesus.

14 - 11 - 2017     

 
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