Não temas, pois, tu, servo meu, Jacó, nem te espantes, ó Israel.

( Jr 30.10)

 

                   O livro de Jeremias apesenta textos carregados de julgamento. Isso porque o povo havia se distanciado dos estatutos divinos.

                   Entretanto, aponta para uma restauração futura, a bondosa dádiva de Deus para evidenciar o eterno amor com a promessa  da salvação.

 

                   Porque eu te livrarei das terras distantes, e a sua descendência, da terra do seu cativeiro. (Jr 30.10)

 

                   Retornar do exílio era o mais precioso tesouro para o povo de Israel. A terra natal, com seu templo sagrado e toda sua cultura judaica representava a maior bênção que o povo poderia receber nos setenta anos de espera na Babilônia. 

        

                   Cativeiro é lugar de desespero. De angústia. De depressão e falta de esperança. Mas havia uma promessa. Salvação, libertação e retorno à terra natal estavam na agenda eterna.

                  

                   Conforme a promessa foi liberada, o cumprimento dela foi processado pelo próprio Deus. O cativeiro foi derrotado pela boa dádiva e o retorno tornou-se realidade.

                   Que cativeiro necessita ser quebrado na vida atual? A descendência de Abraão deve retornar aos braços do Pai diariamente. As algemas precisam ser quebradas, e, o tesouro do conhecimento de Cristo, ser entregue a cada manhã.

                   Cativeiros da enfermidade da alma e do espírito, do corpo físico, falta de recursos, e opressão satânicas precisam ser destruídos pelo poder da cruz de Cristo.

        

                   De longe se me deixou ver o Senhor, dizendo: com amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí. (Jr 31.3)

                  

                  O Êxodo contribuiu como uma experiência espiritual fundamental para que Israel conhecesse não de ouvir falar, mas de ver o próprio Deus agindo de forma sobrenatural em toda caminhada até o retorno.

 

                   Esta atração que Deus faz por meio da benignidade resulta em salvação. Ele sempre tem braços abertos e amor eterno para os que nele confiam.

 

Guiá-lo-ei aos ribeiros de águas, por caminhos retos em que não tropeçarão.

( Jr 31.9)

 

                   A vontade de Deus era revelada aos profetas  para que caminhos de prosperidade fossem trilhados. Havia parte da nação que rejeitava as palavras de vida.             O remanescente fiel que ouvia atentamente as palavras da profecia atraía as bênçãos.

                   A viva esperança brota do poder da fé pessoal  e é capaz de fazer o céu descer até a terra com ricas bençãos da região celeste.

                   O poder da ressurreição de Cristo é o cumprimento da promessa feita a Israel para salvar os que creem na morte sacrificial.

                  

Por Auxilandia, pastora em Cristo Jesus.

19 - 12 - 2017     

 
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