Assim, ó Senhor, pereçam todos os teus inimigos! Porém os que te amam brilham como o sol quando se levanta no seu esplendor.

(Jz 5.31)

 

                   Na história antiga dos israelitas, os juízes eram escolhidos por Deus. Possuíam carisma e julgavam as questões relevantes da sociedade. Além disso, expulsavam o opressor e fazia a terra repousar em paz.

 

                   Débora julgou Israel e por revelação divina venceu o exército do comandante Sísera, que por vinte anos oprimiu o povo, por ordem de Jabim, rei de Canaã.

 

                   Após a vitória, Débora entoou cântico de louvor e enfatizou a importância de amar a Deus sobre todas as coisas e atrair a bênção divina. Deixou claro também que os inimigos de Deus  perecem sempre.

 

Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos ensinam a justiça, como as estrelas sempre e eternamente.

 (Dn 12.3)

                   O Espírito de Deus era enviado aos juízes, sacerdotes e reis para que julgassem com retidão.

                   Com palavras poéticas, o livro de Daniel apresenta, também, as virtudes de quem serve a Deus com integridade de caráter.

 

                   O Brilho é a característica dos amigos de Deus. Os inimigos perecerão como a flor que cresce e logo murcha.

 

Desde os céus pelejaram as estrelas contra Sísera, desde a sua órbita o fizeram.

(Jz 5.20)

 

                   Há pelejas em que as armas vêm somente de Deus. A humanidade sem forças e sem recursos bélicos numa luta contra o reino da maldade estaria destinada ao fracasso.

                   Débora afirmou que forças sobrenaturais atuaram para garantir a derrota do inimigo.

                   Além de juíza, Débora foi profetiza.

 

Porventura, o Senhor, Deus de Israel, não deu ordem, dizendo: vai e leva gente ao monte Tabor, e toma contigo dez mil homens dos filhos de Naftal e dos filhos de Zebulom?

(Jz 4.6)

 

                   A guerra foi divinamente autorizada e a vitória passou por obediência aos comandos divinos. Quantidade de pessoas para guerrear, estratégias e outras orientações foram repassadas à profetiza pelo Espírito de Deus.

 

Ficaram desertas as aldeias em Israel, repousaram, até que eu, Débora, me levantei por mãe em Israel.

(Jz 5.7)

                  

                  

                   O cântico de Débora é fonte de inspiração nas grandes guerras travadas nos corações. Inimigos da alma se levantam e lançam setas de angústia, desespero, e desejo de não prosseguir.

                   Olhar para o Autor da fé e seguir o caminho estreito é vencer a guerra diária. A estratégia eficaz é ter como Pai o criador. Como conselheiro, o Espírito Santo e, como intercessor, Jesus, o Cristo Redentor.

 

Por Auxilandia, pastora em Cristo Jesus.

     

Julho de 2019     

 
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