Porém os nossos olhos estão postos em ti.

( II Cr.20. 12)

 

                   Josafá, rei de Judá, ao assumir o trono promoveu reformas espirituais. Derrubou altares malignos e reconstituiu o culto a Jeová conforme prescrito na Lei de Moisés.

                   Nenhuma circunstância adversa foi capaz de minar a fé e a força do rei que agiu com temor e tremor enquanto conclamava santidade do povo.

                  

                   O inimigo observa com cuidado para impor seus ardis contra a busca pela face de Deus. O objetivo do opositor é matar, roubar e destruir. Rouba a energia e abate a fé.

                  

                   Moabe decidiu pelejar contra Josafá.

                  

                    Josafá apregoou um jejum coletivo. O sucesso dependia do favor de Deus, pois grande foi a multidão que se levantou contra Judá. As reformas espirituais foram a base para manter a busca e garantir a vitória na guerra contra os moabitas.

 

E Judá se juntou para pedir socorro ao Senhor. Também de todas as cidades de Judá vieram para buscar ao Senhor.

(2Cr 20.4)

 

                   No passado, os cananeus já haviam sido derrotados pelo exército de Judá. Josafá teve por certo que o cuidado divino não falharia. Mas era preciso clamar e tomar posse de armas espirituais.

 

E veio o temor de Deus sobre todos os reinos daquela terra, ouvindo eles que o Senhor havia pelejado contra os inimigos de Israel.

( II Cr 20.29)

 

                   O sucesso nas batalhas espirituais requer total confiança em Deus. O rei de Judá teve certamente sua fé testada e recebeu aprovação. Não recorreu a carros e nem a cavaleiros, mas ao Senhor dos Exércitos.

                  

Ah! Senhor, Deus de nossos pais, porventura não és tu Deus nos céus? Não é es tu que dominas  sobre todos os reinos das nações? Na tua mão há força e poder e não há quem te possa resistir.

( II Cr 20.6)

 

         Além da conversa franca com Deus, o povo subiu à batalha com louvores em grandes vozes. Houve milagres na guerra, pois não tiveram que pelejar. Pararam e iniciaram adoração.

        

         Todo o povo viu o sobrenatural com grandes despojos sobre os inimigos.

 

E aconselhou-se com o povo e ordenou cantores para o Senhor que louvassem à majestade santa saindo diante dos armados e dizendo: Louvai ao Senhor porque sua benignidade dura para sempre.

( II Cr 20.21)

 

                   Pelejar vem do hebraico laham. Esta palavra traduz ideia de luta, combate, empreendedorismo. Usada no Antigo Testamento para descrever exércitos engajados em batalhas campais.

                  

                   Para os reis que faziam o que era reto aos olhos de Deus, a peleja era tarefa divina. Israel só descia ou subia contra os inimigos se autorizados divinamente. Quando a consulta era ignorada, a derrota era certa.

 

                   Hoje, a batalha é no campo espiritual. A execução do combate é no campo físico, utilizando-se de instrumento das trevas  para imprimir angústias, perdas e mortes.

                   Como se preparar para a vitória?

 

Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. (Ef 6.11)

 

Por Auxilandia, pastora em Cristo Jesus.

Outubro de 2019     

 
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