O que se gloriar, glorie-se nisso: em me conhecer e saber que eu sou o Senhor, que faço beneficência, juízo e justiça na terra.
 
( Jr. 9.24)

 

         Jeremias profetizou ao povo de Israel denunciando a confiança na própria capacidade e não no apoio em Deus.

         Celebrar os atributos divinos como a misericórdia, a justiça e o juízo e buscar conhecer Deus ao praticar essas virtudes não fez parte da rotina diária da maioria dos israelitas.

Haviam deixado de conhecer e prosseguir em conhecer Deus.

         O relacionamento íntimo com o Senhor não se faz sem sofrimento. O próprio Jesus passou por provas que o recomendaram como o Filho de Deus.

         Carregou em seu corpo marcas de sofrimento. Mas foi exaltado quando recebeu a honra e o nome que está sobre todo nome.

Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e foste me ver.

(Mt 25.35)

         Jesus esclareceu aos discípulos o produto final das pequenas ações de misericórdia. A ele e para ele tudo deve ser dirigido.

Quando as ações de bondade são realizadas, a ordenança de fazer o bem se realiza e o galardão se confirma na eternidade.

Não basta não fazer o mal. O bem feito a alguém é a prova do conhecimento de Deus.

Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.
 
(Mt 25.34)

 

Jeremias resumiu o comando bíblico referente as virtudes praticadas que evidenciavam o conhecimento de Deus em justiça, juízo e misericórdia.

 Se o próprio Deus executava essas virtudes na terra, o povo de Israel deveria seguir esse comando e demonstrar o conhecimento de Deus por meio delas.

Jesus lembrou que o reino será possuído pelos salvos que praticam o bem.

Justiça significa, biblicamente, retidão. A beneficência está relacionada com amor leal. O juízo se refere à capacidade de julgar com retidão. Esses valores são de peso eterno.

Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado.

(Tg 4.17)

Tiago afirmou que o pecado da ausência da prática do bem é perigoso tanto quanto qualquer outro que traz escândalo.

Portanto, conhecer a Deus é praticar os atributos divinos comunicáveis à humanidade: justiça, misericórdia e juízo. As demais virtudes decorrem destas três.

A oração, o jejum e a leitura sistemática da Palavra de Deus atraem o Espírito Santo, que direciona o tempo, o modo e a quem dirigir as ações de bondade.

Como recursos espirituais e físicos são limitados, a direção vinda do alto é necessária para cumprir a determinação de fazer o bem.

O verdadeiro conhecimento se adquire com o relacionamento diário com Deus.

A oração é a chave desse conhecimento. O jejum vai quebrar muralhas postas por certas castas. E a Palavra vai ser utilizada como espada afiada contra as hostes da maldade.

Então conheçamos, e prossigamos em conhecer ao Senhor; a sua saída, como a alva, é certa; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra.

(Os 6.3)

 

Por Auxilandia, pastora em Cristo Jesus.

Junho de 2019     

 
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