E, quando Moisés entrava na tenda da congregação para falar com o Senhor, então ouvia a voz que lhe falava de cima do propiciatório, que estava sobre a Arca da Aliança entre os dois querubins; assim com ele falava.
(Num. 7.89)

 

 

                   O livro de Números narra uma lista de atos divinos após a libertação do povo hebreu do Egito.

 

                   Deus autorizou o autor desse livro a registrar a rebelião, apostasia e frustração de seu povo em contraste com a fidelidade, provisão e paciência de Deus.

 

                   A forma e o local de se comunicar de maneira clara com o povo escolhido foi a construção de uma tenda, chamada de Tabernáculo, onde havia três compartimentos: o átrio, o santo lugar e o santíssimo lugar.

 

                   No santíssimo lugar, também chamado de Santo dos Santos, havia a Arca da Aliança. Dentro dela estavam a vara de Arão que floresceu, as Tábuas da Lei e o Maná.

 

                   Sempre que o Sumo Sacerdote adentrava o santíssimo lugar, havia uma fumaça representando a presença de Deus e a voz saía do meio da tampa da arca, entre os querubins.

 

                   Todo ordenamento divino era passado a Moisés face a face, e a shequiná glória de Deus vista pelos olhos dos homens, proporcionava cura, libertação, alegria e direção para se movimentar no deserto, onde o povo se encontrava.

 

Também eu os levarei ao meu santo monte e os alegrarei na minha casa de oração, os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar, porque a minha casa será chamada Casa de Oração para todos os povos.
(Is. 56.)

 

 

                   Hoje, Deus encontra o coração humano como seu tabernáculo. Ele habita  em casa inacessível por meio da adoração verdadeira. As igrejas formadas por ordem de Jesus substituem o tabernáculo.

 

                   Isaías profetizou um local para entrega dos sacrifícios e pedidos por meio de oração e intercessões. O nome dado a esse local foi CASA DE ORAÇÃO.

 

                   Essa Casa de Oração é a igreja, é o lar de cada um, é, também, o coração do adorador que o busca em espírito e em verdade.

 

                  

Levanta-te, Senhor, no teu repouso, tu e a arca da tua aliança.

(Sl. 132.8)

                  

                  

                   No complexo mundo em que se vive, hoje, a orientação divina deve ser buscada. O salmista clamou pela intervenção por meio de um agir de Deus e lembrou-se da arca da aliança.

 

                   A arca era o objeto físico que representava a presença do próprio Deus.

Nas guerras, ela se fazia presente. Era como se fosse uma combinação da orientação divina seguida por um agir humano na obediência.

 

                   Os meios mais importantes de comunicação divina se processavam no Tabernáculo e a arca era o ponto máximo dos ritos da adoração.

 

                   Deus usou várias formas para guiar o povo e transmitir sua mensagem para que por ela fossem edificados. Hoje, foi-nos dado o Espírito Santo que convence do pecado, justiça e juízo.

 

                      Tornemos a trazer para nós a arca do nosso Deus (1 Cr 13.3)

                  

                   A arca havia sido tomada pelos filisteus e Jerusalém estava sendo o centro do governo  do reinado de Davi. Usando de suas prerrogativas reais, a arca foi novamente restituída a Jerusalém e a adoração retomada.

                     Mesmo que em momentos a presença de Deus se torne distante, é preciso retomar a adoração, pois sem Jesus, nada se pode fazer.

 

Por Auxilandia, pastora em Cristo Jesus.

 
     

Março de 2020     

 
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